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Casamento
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Casamento


Casamento
(ou matrimônio) é um contrato de reconhecimento civil entre duas pessoas que tem papel fundamental na instituição social maior Família. A definição exata varia historicamente e entre as culturas, mas na maioria dos países é uma união socialmente sancionada entre um homem e uma mulher que tem como propósito constituir e proteger a família (com ou sem filhos) mediante comunhão de vida e bens.

Quando é formalizado perante o Estado, o casamento é chamado casamento civil. Quando se refere à celebração de cerimônia em igreja e ao reconhecimento da união pela comunidade religiosa, é chamado de casamento religioso ou matromónio.

As pessoas que se casaram entre si são comumente chamadas de cônjuges ou nubentes - sendo o homem chamado de marido ou esposo, e a mulher mulher ou esposa.

Juridicamente, a principal consequência do casamento é a situação dos bens passados, presentes e futuros dos nubentes, que receberão tratamento diferenciado a partir do Regime de Bens adotado pelo casal.

Na maioria dos países ocidentais as regras do casamento civil e religioso são diferentes: o estado define as regras do civil e cada religião define as regras do religioso. Não violando o princípio de separação entre estado e religião a maioria dos estados têm leis específicas que permitem a validade automática do casamento religioso (normalmente apenas da religião dominante no país) para efeitos civis. Existem outros estados onde o casamento civil (assim como o divórcio) é indissociável do casamento religioso.

O Sagrado Matrimónio é um dos sete *sacramentos do catolicismo que estabelece uma santa e indissolúvel união entre um homem e uma mulher, e lhes dá a graça de se amarem, multiplicarem e educarem seus filhos:

...cada homem tenha sua mulher e cada mulher seu marido. Que o marido cumpra seu dever em relação a mulher e igualmente a mulher em relação ao marido. A mulher não dispõe de seu corpo, mas sim o marido. Igualmente o marido não dispõe de seu corpo, mas sim a mulher. Não se recusem um ao outro... (1Cor 7, 2-5)

Segundo a Bíblia, este sacramento foi dado por Deus, quando ele criou Adão e Eva pois Ele desejou que o homem e a mulher participassem ativamente de Sua criação. Portanto, Ele criou seres complementares que se atraem mutuamente e é somente desta união que podem surgir novos seres humanos que darão continuidade à Criação.

O que constitui o casamento como sacramento é sua indissolubilidade e fidelidade pois estes são os elementos que sinalizam, no casamento, a aliança de Deus com os homens. Assim, todo aquele que reconheça em si o Dom do casamento, deverá dispor-se a constituir uma união com tais características.

(*) Sacramento é um conceito cristão que marca as várias fases de vida do crente. São 7 os sacramentos adotados pela Igreja Católica: Batismo, Confirmação do Batismo ou Crisma, Reconciliação ou Penitência, Eucaristia, Ordem, Matrimônio e Unção dos enfermos.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Dando uma volta pelo mundo com as tradições...

ü De acordo com a tradição hindu, chover no dia do casamento é considerado um sinal de sorte.

ü No Japão, o casal de noivos bebe 9 goles de sake, tornando-se marido e mulher a partir do primeiro gole.

ü Na Índia, o irmão do noivo atira com flores sobre o casal no fim da cerimónia para os proteger do mal.

ü Na China, a cor do amor é o vermelho, durante a cerimónia do casamento, o casal bebe vinho com mel de dois copos atados com uma fita vermelha.

ü Os franceses muitas vezes fazem brindes num copo especial com duas pegas, especial para os noivos.

ü Na Alemanha, a noiva transporta sal e pão no seu bolso para assegurar recompensa, o noivo transporta grãos de cereais, para dar saúde e sorte.

ü As ferraduras são consideradas objectos de boa sorte num casamento devido à sua forma em lua, que se diz símbolo da fertilidade.

ü Na Turquia, antes da noiva sair da igreja, pede às suas amigas solteiras para escreverem os seus nomes na sola dos seus sapatos. Depois da noite de dança, a tradição dita que a assinatura da pessoa que estiver mais gasta será a próxima pessoa a casar.

ü Existe uma tradição que diz que a noiva não deve cozinhar o seu bolo de casamento.

ü No Japão, o branco foi utilizado para as noivas, muito antes da Rainha Victoria o ter popularizado no mundo ocidental.

ü Para as noivas, coloquem um pouco de açúcar dentro das luvas, o açúcar adoçará a vossa união.

ü O noivo leva a noiva ao colo pela porta de sua nova casa para a proteger dos espíritos maus que estão à espreita no chão da porta.

ü O sábado é considerado o dia mais azarento, de acordo com o folclore inglês, o que acaba por ter uma certa graça, visto ser o dia mais popular escolhido para casar.

ü No Egipto, para dar boa sorte, as mulheres egípcias beliscam a noiva no dia do seu casamento.

ü As noivas do Médio Oriente pintam motivos henna nas suas mãos e pés para as proteger do mau-olhado.

ü A tradição de usar damas de honra no casamento, remonta ao tempo dos romanos. As testemunhas, ou damas de honra exigidas num casamento romano, protegiam a noiva, vestindo-se de maneira semelhante à noiva, enganado assim os maus espíritos, impedindo-os de reconhecerem a noiva.

ü Uma noiva sueca costuma colocar uma moeda de prata oferecida pelo seu pai e uma moeda de ouro oferecida pela sua mãe, em cada sapato, assegurando que ela nunca passará sem eles.

ü Na África do Sul, ambos os pais da noiva e do noivo, transportam fogo, simbolizando o fogo que passa dos seus corações acendendo um novo fogo no coração dos recém-casados.

ü Na tradição inglesa, a quarta-feira é considerado o melhor dia da semana para casar.

ü As mulheres marroquinas tomam um banho de leite para se purificarem antes da cerimónia do casamento.

ü A tradição do bolo de casamento remonta à antiga Roma, onde na cerimónia de casamento se partia um pedaço de pão sobre a cabeça da noiva para o bem da fertilidade.

ü As alianças de casamento e de compromisso são usadas no quarto dedo, porque outrora no Egipto se pensava que uma veia nesse dedo estava directamente ligada ao coração.

ü Diamantes sobre ouro ou prata, ficaram muito populares a formalizar um compromisso, devido aos ricos Venezianos o terem feito, por volta início do século dezasseis.

ü Na linguagem simbólica das jóias, uma safira num anel de noivado significa felicidade conjugal.

ü As pérolas para anel de noivado estão associadas à má sorte, porque a sua forma lembra uma lágrima.

ü A pedra aquamarine, símbolo de honestidade e lealdade, representa harmonia marital e representa um casamento longo e feliz.

ü A tradição ocidental do vestido branco foi iniciada em 1840 em Inglaterra pela Rainha Victoria, no seu casamento com o príncipe Alberto.

ü Na Dinamarca, as noivas e os noivos tradicionalmente trocam as roupas um com o outro, para confundir os maus espíritos.

ü As despedidas de solteiro foram originadas pelos soldados Espartanos, que se despediam dos seus dias de solteiros com uma festa desconcertante.

ü Em Portugal o típico vestido de casamento, antes do século vinte era tradicionalmente preto.

ü A tradição do véu da noiva iniciou-se com os antigos Gregos e Romanos, que pensavam que o véu protegia a noiva dos infortúnios e dos maus espíritos.

ü No Egipto, a família da noiva, durante a primeira semana de casados, encarrega-se de cozinhar para os noivos, para que o casal possa desfrutar o início do casamento.

ü A tradição do "tradicional" bolo de casamento empilhado, partiu de um jogo, onde a noiva e o noivo tentavam beijar-se por cima de um bolo, que se tornava cada vez maior, tentando não o derrubar.

ü A expressão “dar o nó” vem de antigas tradições relativas aos casamentos Egípcios e Hindus, onde as mãos da noiva e do noivo são literalmente atadas, demonstrando o seu laço de união.

ü A noiva coloca-se do lado esquerdo do noivo durante a cerimónia do casamento, porque antigamente o noivo necessitava da mão direita livre para lutar com os seus concorrentes.

ü Na tradição católica originalmente usava-se anunciar o casamento, afixando a intenção dos noivos, para assegurar que estes não eram família.

ü A popularidade dos casamentos em Junho descende do deus Romano Junho, que era o deus do casamento, nascimento e do coração.


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